Estatísticas sobre tratamento de água

 

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Apesar de ocupar três quartos (75%) da superfície da Terra, apenas 1% dela está disponível para consumo humano com centenas de microorganismos que podem causar doenças como: cólera, febre amarela e disenteria. Desde 1908, quando o cloro foi usado pela primeira vez em larga escala nos estados Unidos e disseminado por todo o mundo, o número de casos destas doenças têm caído drasticamente.

Atualmente 98% da água pública, fornecida nos Estados Unidos – para mais de 200 milhões de habitantes - e em países da Comunidade Européia (tratamento principal ou pós-cloração), é tratada com cloro ou compostos a base de cloro.

O aumento da expectativa de vida nos Estados Unidos se deve em grande parte ao uso do cloro. Em 1900 a expectativa de vida era de 45 anos, hoje está em 76 anos. Este aumento de expectativa de vida também se verifica em todos os demais países após a introdução da água tratada com cloro e seus derivados.

Em 1992 foi realizada uma pesquisa com profissionais de saúde pública nos Estados Unidos em que 92% dos entrevistados concordaram que o uso do cloro é fundamental para a eliminação de doenças de origem e veiculação hídrica e 87% consideraram o cloro como o meio mais seguro de garantir a qualidade da água potável.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda hoje mais de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água tratada. Doenças associadas com a água contaminada matam mais de 25 mil pessoas por dia , ou 9 milhões por ano. Estima-se que o uso de água clorada poderia ter salvo milhares de vidas decorrentes de recentes eclosões de epidemias de febre tifóide e cólera na América Latina e África.

A interrupção do uso de cloro para o tratamento da água no Peru, decidida com base em interpretações equivocadas de estudos realizados pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, esteve na raiz da epidemia que atingiu o país, em 1991, e que se espalhou por 19 países latino-americanos, com 1 milhão de casos e mais de 10.000 mortes.

No Brasil, quase a totalidade da desinfecção é feita com cloro. Sabesp (SP), Copasa (MG), Corsan (RS), Sanepar (PR), Cedae (RJ), Embasa (BA) e todas as outras companhias estaduais de saneamento utilizam o cloro. Além da eficiência o cloro está entre os mais sistemas mais baratos de desinfecção.

 

By André Garcia e Christiane Rocha